Lista 7 – Narrativas Gráficas de Não-Ficção

Há tempos os quadrinhos estão presentes no nosso dia a dia, seja com a finalidade de entreter ou fazer críticas. Muitos já tiveram uma oportunidade de ler uma charge em um jornal ou uma revistinha da Turma da Mônica. Outros ainda tem aqueles quadrinhos dos mais famosos heróis da Marvel e da DC. Mas e quando a história real encontra a arte? Não ficaria muito mais didático?

Uma Graphic Novel – expressão traduzida para o português como “Narrativa Gráfica” ou “Romance Gráfico” – basicamente é um livro em quadrinhos. Escolhi usar Narrativa Gráfica no título simplesmente porque me soa melhor. Não sou nenhuma perita no assunto mas escolhi 7 livros do gênero de não-ficção (já que existem graphic novels de super heróis também) para apresentar a vocês.

1 – Área de Segurança: Gorazde – Joe Sacco

O jornalista Joe Sacco é reconhecido mundialmente por mostrar sua experiência em áreas de conflitos através de quadrinhos. Área de Segurança: Gorazde recebeu em 2001 o Prêmio Eisner de Melhor Graphic Novel Original. Enquanto o foco da imprensa mundial era Sarajevo, Joe quis contar o lado da história que foi completamente deixado de lado, o lado das pessoas que viviam na parte oriental da Bósnia – bem mais próximas à fronteira da Sérvia. A ONU designava certas “Áreas de Segurança” na região, que na verdade não eram nada seguras. O livro é bem didático -mostra todo o pano de fundo histórico dos conflitos – mas é muito mais humano. Podemos ver a guerra sob a perspectiva de quem estava ali lutando para sobreviver e qual a reação dessas pessoas após o término dos conflitos.

Eu acabei comprando na Amazon BR uma edição especial de aniversário de 10 anos do livro em inglês com capa dura, diversas fotos, anotações que o Joe fez no período que esteve lá, rascunhos dos desenhos e o mais legal, como estava a vida das pessoas que marcam presença no livro 16 anos após a passagem do jornalista na Bósnia. Outras obras aclamadas do autor são: Palestina e Notas Sobre Gaza.

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2 – Maus – Art Spiegelman

Art Spiegelman tem uma longa carreira como cartunista e autor de quadrinhos. Filho de um polonês judeu que sobreviveu ao campo de concentração em Auschwitz, Spiegelman resolveu contar a história de seu pai em quadrinhos, o que lhe rendeu um prêmio Pulitzer por Maus. “Maus” em alemão significa “rato”. Os ratos retratam os judeus, os gatos são os alemães, os porcos são os poloneses e os cães são os americanos – e há outras referências além dessas. Esta sincera narrativa mostra não só os horrores do campo de concentração, mas também a difícil relação do autor com um pai traumatizado por tais horrores.

persepolis3 – Persépolis – Marjane Satrapi

Depois de ler os posts sobre o Irã no blog Gabriel Quer Viajar me interessei muito em saber mais sobre o país e não tinha como não parar no livro Persépolis de Marjane Satrapi, que mostra em quadrinhos como sua vida e de muitos outros iranianos foi alterada com a Revolução em 1979, que trouxe um regime conservador. Para quem é sobrecarregado com o ponto de vista midiático sobre o Oriente Médio, ler um livro como Persépolis é fundamental para desfazer alguns preconceitos e enxergar as coisas como elas realmente são: não só momentos de tensão, mas também como eles se divertiam no dia a dia burlando as imposições dos xiitas.

4 – Trinity – A História Em Quadrinhos da Primeira Bomba Atômica – Jonathan Fetter-Vorm

Pincelando a descoberta científica da radioatividade e indo até a explosão das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, Trinity (nome do primeiro teste nuclear nos EUA), mostra uma sequência de eventos históricos de uma maneira simples de entender. Na narração temos uma idéia de conflitos morais e ideológicos que aconteceram nos bastidores e nos faz refletir em como as coisas teriam sido se os nazistas tivessem descoberto como construir a bomba antes dos americanos. Há notícias de que alguns professores de história estão usando este livro para ensinar sobre o tema nas escolas.

5 – Pyongyang – Uma viagem à Coreia do Norte – Guy Delisle

Nesta narrativa gráfica temos a oportunidade de acompanhar a rotina de Guy Delisle nos dois meses que ele trabalhou em Pyongyang, Capital da Coréia do Norte e descobrir um pouco mais da cultura e do que acontece por lá (pelo menos do foi permitido que ele visse). É uma narrativa um pouco tragicômica. Para complementar esta leitura, recomendo o documentário The Propaganda Game, disponível na Netflix. Guy também tem narrativas gráficas de suas passagens em Jerusalém, na Birmânia e em Shenzen.

6 – O Jogo das Andorinhas – Zeina Abirached

Uma leitura curta que retrata apenas um dia na vida da autora durante a guerra civil em Beirute, no Líbano – cidade que estava dividida entre o lado cristão (Beirute Oriental) e o lado muçulmano (Beirute Ocidental). O Jogo das Andorinhas não é apenas sobre viver em meio à um conflito, mas também sobre como as pessoas nestas situações podem ser empáticas e consequentemente solidárias. Um fato interessante é que Zeina Abirached estava morando em Paris quando viu na televisão sua avó, ainda no Líbano, dando uma entrevista sobre a guerra civil e então decidiu produzir a obra.

7 – Ao Coração da Tempestade – Will Eisner

Aqui o antissemitismo é retratado pelos olhos de Will Eisner, que mesmo nascido nos EUA era visto como um estrangeiro. Ele era jovem no período que estourou a Segunda Guerra Mundial e olhando pela janela do trem que o levava “ao coração da tempestade” – ou à guerra – ele viu toda sua vida passando. Na obra, ele conta a história de sua família, os problemas que enfrentaram nas grandes crises econômicas nos EUA e a discriminação por causa de sua religião e etnia.

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Will Eisner já desenhava tirinhas para jornais em 1937. Seu trabalho foi evoluindo e no final dos anos 70 começou a desenvolver narrativas gráficas. Neste meio tempo ele trabalhou no exército americano e por isso há muitas obras sobre histórias reais que ocorreram na Segunda Guerra, no Vietnã e na Coréia. Devido à sua importância na área de quadrinhos, em 1988 o “Eisner Awards” foi criado para ser um tipo de Oscar das histórias em quadrinhos. Quem se interessou aqui por narrativas gráficas de não ficção com certeza pode e deve pesquisar mais obras do autor.

Bonus Track

radioactiveRadioactive – Marie & Pierre Curie: A Tale of Love and Fallout – Lauren Redniss

Esse livro é sobre amor, ciência e história. É uma biografia da vida de Marie e Pierre Curie. É sobre a descoberta da radioatividade e suas consequências.

Alguns sites classificam este livro como uma narrativa gráfica, mas não há uma sequência em quadrinhos de fato. Está mais para um livro ilustrado mas achei interessante citá-lo aqui. A capa tem partes que brilham no escuro – mas se lembre que a radioatividade por si só não “brilha”, sendo necessário outros elementos para que fique visível.

O livro é aclamado não só pelas ilustrações e seus jogos de cores mas também por possuir muitas e fotos e documentos. Para escrever a história, Lauren Redniss foi atrás de especialistas sobre o assunto e entrevistou a neta dos Curie. Tem uma resenha muito boa do Washington Post sobre o livro (em inglês).

Radioactive não está disponível em português. Encontrei na Amazon aqui do Brasil depois de muito tempo procurando – quase não fica disponível no estoque, geralmente é encomendado de fora.

E caso vocês queiram conhecer mais história através da arte, aqui na Good Reads tem uma lista de narrativas gráficas de não-ficção.

Boa leitura!

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Lista 7 – Milk Shakes Imperdíveis em São Paulo

Diz a lenda que a primeira aparição do milk shake (de que se tem notícia) foi em 1885 em um jornal americano. No começo, não foi muito bem aceito pela sociedade porque tinha um gosto muito forte. Parte dos ingredientes eram ovos e whisky.

Essa delícia só foi amplamente aceita depois da mudança no preparo e da invenção de eletrodomésticos como o liquidificador. A partir da década de 30 a mistura de leite, sorvete e outros ingredientes batidos nunca saiu de moda e vira e mexe aparece algum sabor diferente dos tradicionais – chocolate, baunilha, morango e flocos.

Aí que quero chegar: os sabores diferentes. Aqui em São Paulo temos muitas opções de hamburguerias que apostaram e acertaram as misturas. Não vou arriscar dizer quais são os melhores pois isso varia muito de pessoa pra pessoa mas, depois de experimentar vários deles, preparei uma lista com os 7 que eu pessoalmente acredito que aqueles que gostam muito de milk shake deveriam experimentar. A descrição dos ingredientes foi tirada do cardápio dos restaurantes e como eu quase sempre tomo os shakes primeiro pra depois lembrar de tirar as fotos, as imagens foram retiradas das páginas oficiais do Facebook de cada estabelecimento.

1 – Guinness com Jack Daniels

Apesar de ser alcoólico, o milk shake tem um sabor bem suave. É o milkshake mais caro da lista, mas acredite: é bom demais!

Ingredientes: Sorvete Häagen-Dazs, cerveja Guinness, whisky Jack Daniels.

Onde: Meats – Pinheiros

2 – Ferrero Rocher

Preciso dizer mais que isso? Qualquer coisa com Ferrero Rocher fica uma delícia! Eles também tem milk shake de oreo, paçoca e doce de leite geniais!

Ingredientes: Sorvete Häagen-Dazs, Ferrero Rocher e cobertura especial.

Onde: Snack Point – Alto de Pinheiros, Vila Leopoldina

3 – Paçoca

Pensei que seria muito doce, mas eles souberam medir bem os ingredientes para deixar uma textura cremosa com sabor equilibrado e crocante.

Ingredientes: Sorvete de doce de leite e baunilha Häagen-Dazs e paçoca.

Onde: General Prime Burger – Itaim Bibi, Shopping JK Iguatemi e Market Place.

4 – Body Count

Vou descrever esse milk shake apenas como simples e gostoso! Chocolate com o gostinho de Baileys no fundo. Consulte o cardápio desta hamburgeria, pois eles tem outros milk shakes especiais e que também merecem ser experimentados.

Ingredientes: chocolate e licor Baileys

Onde – Rock’n’Roll Burger – Consolação

5 – Churros

Pra quem ama milk shake E churros, é obrigatório experimentar este sabor. O milk shake vem acompanhado com 3 churros, tamanho destes varia de acordo com o tamanho do milk shake que você pedir.

Ingredientes: Quando eu passei lá, o milk shake ainda não estava no cardápio. Vou arriscar aqui que tem doce de leite, sorvete de creme e um pouquinho de canela.

Onde: Jazz Restô & Burgers – Ana Rosa

6 – Gianduia

Gianduia é uma mistura de chocolate com pasta de avelã, na proporção 70% e 30%, respectivamente. Apesar de avelã lembrar Nutella, aqui o sabor também me parece menos doce que o do milk shake só de Nutella.

Ingredientes: Sorvete de chocolate, gianduia, calda caseira de chocolate, chantilly e alguns segredos.

Onde: Lanchonete da Cidade – Jardins, Moema, Pinheiros e nos shoppings Cidade Jardim e Higienópolis.

7 – Oreo

Esse milk shake fica em último lugar por não ser tão cremoso quanto os já mencionados, mas nem por isso deixa de ser gostoso. O legal do Gibi é que eles sempre estão inventando umas misturas malucas nos shakes e nos drinks.

Ingredientes: sorvete de creme e oreo

Onde: Gibi Cultura Geek – Vila Mariana

BONUS TRACKS        

Milk shakes que ainda não experimentei, mas estão na minha lista:

Kit Kat com Amarula, no Chip’s Burger

Five-Dollar Shake – sorvete de chocolate branco, calda de chocolate, camadas de ovomaltine cristal e chantilly, no Big Kahuna Burger

E vocês? Sugestões de milk shakes imperdíveis?

Se tiver, podem me mandar que vou experimentar com todo o prazer!

Lista 7 – Manias dos Usuários de Facebook

Se antigamente apenas a convivência poderia revelar algumas de nossas mais profundas manias, hoje elas se tornam facilmente expostas no mundo virtual. O Facebook e outras redes sociais são meios por onde vemos as manias de algumas pessoas – conseguimos visualizar determinados padrões de postagens e reações. Eu por exemplo, tenho mania de postar piadas infames principalmente relacionadas a futebol. Com certeza essa “mania” deve incomodar um pouco algumas pessoas que não tem interesse nenhum nesse tema. Mas partindo do princípio que “o Facebook é meu e eu posto o que eu quiser”, relacionei algumas manias típicas dos usuários da rede social. Você com certeza pode observar isso com seus contatos também:

#7 – Fazer comentários que não se relacionam com o tema do post

Você posta uma notícia, uma foto ou qualquer outra coisa e vem uma notificação.  O comentário diz algo do tipo: “E aí sua irmã está bem? Diz que preciso falar com ela!”. Mas OI? Que que tem  isso a ver com o que eu postei, minha gente? Não é mais fácil mandar uma mensagem particular pra saber como eu e minha família estamos? Eu hein…

#6 – Postar fotos de crianças doentes e animais maltratados

Não, você não está ajudando as crianças. O Facebook não doa alguns centavos por compartilhamento. E se você pegar fotos de pessoas maltratando animais, envie aos órgãos competentes ou para um jornalista que pode fazer uma matéria de impacto. É bem desagradável você ver certos tipos de imagens, e tem pessoas que são bem sensíveis a isso.

#5 – Selfies

Os famosos autorretratos, tirados no espelho ou não, fazendo duck face ou não muitas vezes inundam nossas linhas do tempo. Alguns chegam a escrever o que consideram “frases motivacionais” nas legendas. Tudo bem você gostar desse tipo de foto, mas é desnecessário postar na hora de sair de casa, na hora que chega no local trabalho ou estudos, na hora do almoço, na hora do intervalo, na hora da academia, da manicure, na hora que chega em casa e finalmente na hora que vai dormir, mandando um “boa noite faces”. Sério, para com isso enquanto você não é expulso da sala onde está fazendo o ENEM porque não conseguiu conter seu vício de postar fotos o dia inteiro.

#4 – Postar fotos de comida

Não estou falando da minha amiga Layês que faz a coisa profissionalmente e de vez em quando compartilha com a gente as experiências dela. To falando de quem fica o dia inteiro colocando foto de comida no Instagram / Facebook. Comer uma comida diferentona e querer mostrar de vez em quando, beleza. Mas tem Facebook que mais parece cardápio. O engraçado é que ninguém tira foto do arroz com feijão e ovo frito que come em casa. E outra, quantas pessoas em dieta colocamos em tentação com essas fotos de comida? hahahahahahah

#3 – Compartilhamentos de 2 em 2 minutos

Um dos tipos mais comuns de manias dos usuários do Facebook, pelo menos aqui no Brasil, é compartilhar a cada 2 minutos piadinhas de páginas como “Vem Rir No Face”. Isso deveras realmente polui MUITO a linha do tempo. O pior de tudo é que geralmente são aquelas piadas velhas ou que já vimos em diversas outras páginas (já que uma copia a piada da outra).

#2 – Comentários revoltados que mostram falta de informação

Em plena era da desinformação muita gente aceita a primeira coisa que vê pela frente e divulga sem pesquisar se aquilo é verdade ou não ou até para obter um esclarecimento da questão, precipitando em se indignar contra algumas coisas que não são do jeito que estão apresentadas.  Um exemplo clássico: você já deve ter visto alguém compartilhar uma imagem sobre o auxílio-reclusão,  com uns dizeres “trabalhamos para sustentar vagabundos, absurdo!” – geralmente a pessoa que compartilha coloca letras garrafais para demostrar o quão revoltada ela está com aquela situação, mããããss… quem entra no site da Previdência pra ver como funciona o auxílio-reclusão sabe que é muito diferente do que dizem como é pela internet. Antes de acreditar em qualquer coisa que postam no Facebook,  procure saber do que realmente se trata!

#1 – Reclamações

É muito comum o uso do Facebook para canalizar coisas negativas. É normal fazer um desabafo de vez em quando (desde que não seja nada muito íntimo e tal), mas algumas pessoas tomam por hábito reclamar todos os dias de coisas cotidianas: frio, calor, chuva, trânsito, transporte público lotado, cansaço, chororô porque alguma coisa não deu certo ou que simplesmente o dia foi uma droga. Se você perguntar pra ela por que foi uma droga, vai ouvir algum motivo muito pequeno. A verdade é que a pessoa se torna tão negativa que suga o positivismo de quem lê seus posts. Às vezes, basta mudar o ângulo que você vê as coisas, agradecer mais pelo que tem em vez de reclamar e reclamar e uma nova perspectiva brilha deixando seu dia muito mais leve! Seja menos negativo 😉

Nem falei sobre as indiretas, porque é hors concours – não compete porque é a campeã absoluta! E você, já reparou em alguma outra mania dos usuários da rede social? =)

Atualização: atendendo aos pedidos de alguns amigos, vamos aos bônus:

– Comentar “lindo/linda” em qualquer foto

A mania é tanta de falar lindo ou linda em qualquer foto que a gente nem sabe mais quando o comentário é verdadeiro ou não. Mas a gente sabe que na maior parte das vezes é pela amizade… Já faz um tempo que um gringo comentou comigo que tinha reparado nessa mania dos brasileiros e que ele achava muito estranho, porque se não tá linda é melhor não dizer nada!

– Comentários cotidianos desnecessários

Fazer posts dizendo “vou ali e já volto”, “ain, caiu um cisco no meu olho” ou “estou indo ao banheiro” não agregam valor ao camarote!

– Indiretas indicando a procura de um namorado(a)

Se você precisa de um companheiro(a), não é escrevendo posts que demonstram sua carência que vai você vai encontrar alguém. Pelo contrário: isso queima seu filme e em vez de atrair acaba afastando as pessoas. A maioria pensa “eu hein, olha fulano se oferecendo no Facebook”.

– Mau uso de hashtags

As hashtags começaram no Twitter e agora são mania no Instagram e no Facebook (mesmo na época que não dava para utilizar hashtags). O que poderia ser uma ferramenta útil acabou se tornando uma forma de chamar atenção principalmente para si mesmo nas fotos selfies e nos compartilhamentos de 2 em 2 minutos, quando os usuários usam 437 hashtags porque fazem questão de mostrar o que estão fazendo e querem que os demais comentem. Por um mundo onde as pessoas utilizem melhor as hashtags! #ficadica #prontofalei #xatiada #bff  #roletadaindireta #saidae #parei #partiu

Como disse minha amiga Milena, a pergunta que fica é quem nunca fez alguma coisa listada acima? Que atire a primeira pedra então!

Lista 7 – Bares Diferentes em São Paulo

São Paulo é uma cidade com muitas opções de bares e restaurantes e obviamente eu não conheço tantos como gostaria, mas sempre deixo anotado todos os lugares que quero conhecer. Vira e mexe alguns amigos me perguntam sobre lugares que de alguma forma são diferentes e eu pensei em criar esse post antes de continuar as histórias de viagem.

7 – Tubaína Bar

O bar até que é normal. O diferencial é que em seu cardápio há uma grande variedade de (adivinha?) sim, tubaínas! Você pode experimentar diversas tubaínas feitas no interior de São Paulo e em outras regiões. Se não quiser tomar o refrigerante, há muitas opções de drinks feitos com tubaína. Tomei um uma vez chamado Jaspion e gostei pra caramba.

Site: http://www.tubainabar.com.br/

6 – Wall Street Bar

Inspirado na Bolsa de Valores americana, o bar possui alguns telões que exibem os preços das bebidas e em cada mesa, um computador onde você “opera” os pedidos. O preço da bebida varia de acordo com a quantidade de pedidos. Quando chega no limite do preço, a bolsa “quebra”, os preços voltam para o original e você volta a negociar. Apenas seja esperto para esperar o melhor momento para comprar alguns tipos de bebida.

Site: http://www.wallstreetbar.com.br/

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Wall Street Bar – Foto: Terra

5 – Willi Willie

Poderia ser um Rock Bar como todos os outros, porém há uma arquearia dentro do bar. O instrutor vai ver sua estrutura física e escolher um arco adequado para você e te ensinar um pouco da técnica para atirar as flechas. Dica: cuidado pra não deixar a corda do arco bater no seu antebraço, dói pra caramba! São R$5,00 pra você atirar 10 flechas. Curta a música ao vivo no andar de cima.

Site: http://www.williwillie.com.br/

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Foto: Willi Willie/Divulgação

4 – Gibi Cultura Geek

No Gibi há um pequeno museu de videogame e uma decoração que atrai os Geeks de plantão. Fique ligado na programação pelo site ou pela página do bar no Facebook. Há eventos especiais (como o Towel Day) e música ao vivo, tudo sempre voltado para temas de filmes / séries / games etc.  A comida é simples (eles falam que o cardápio ainda está na versão Beta), mas há uma grande variedade de cervejas.

Site: http://gibiculturageek.com.br/

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Foto: Gibi Cultura Geek/Divulgação

3 – Ludus Luderia

Com muitos, mas muitos jogos de tabuleiro pra você se divertir com seus amigos, a Ludus Luderia tem monitores que te ajudam a escolher jogos e explicam direitinho como se joga. De Xadrez a I’m The Boss, há jogos para todos os gostos possíveis e imagináveis. Tome cuidado pra não se empolgar e quebrar sem querer aquele copo de caipirinha delicioso que você estava tomando.

Site: http://www.ludusluderia.com.br/

2 – Z Carniceria

Lendo a história no site do bar, eles contam que o estabelecimento foi montado num lugar que antes foi o “primeiro açougue e matadouro da Rua Augusta”. Eles preservaram muitos itens originais do matadouro, que servem hoje como decoração do bar. Sinta-se dentro de um açougue! Não acho que os super vegetarianos pisem em um lugar assim, mas eles tem de verdade uma parte do cardápio destinada a este público.

Atualização: O Z se mudou para a Av. Faria Lima!

Site: http://zcarniceria.com.br/

1 – The Clock Rock Bar

Claro que em primeiro lugar eu colocaria o bar que eu mais gosto na vida. O The Clock Rock Bar é uma viagem no tempo de volta aos anos 50. Dance muito ao som do Rockabilly em um ambiente amistoso.

Site: http://www.theclock.com.br/

BONUS TRACKS

Saloon

Este bar conta com um console diferente em cada mesa. Você encontra Atari, Super Nintendo, Mega Drive, Sega, Playstation, X-Box entre outros. Cada console tem um cardápio de jogos pra você escolher. Pode jogar quantos quiser. Quando fui com meus amigos, a gente trocou de mesa várias vezes pra jogar em consoles diferentes. Só os clássicos. A comida aqui deixou a desejar, mas compensa sim pelos joguinhos. Tem pinball também!

Site: http://www.saloon.com.br/

Tex Redneck Bar

A própria descrição do bar diz: “Inspirado nos bares da fronteira estadunidense e mexicana, o TEX Redneck Bar resgata os anos 40 em seu restaurante com base na culinária Tex-Mex, no american bar dos estados sulistas que fizeram parte da Confederação e na trilha sonora da época que marcou as raízes do bom e velho rock ‘n’ roll.” O legal do TEX é que ele tem uma comida muito boa, sinuca, mesa para Poker, duas pistas de boliche e uma linda sala de Karaokê. Aqui eles o projeto Route 66, uma espécie de clube para quem quer aprender a dançar ao som do Rockabilly. Também é aqui que acontecem as edições da Rockabilly Dancin’ Party.

Site: http://texbar.com.br/

Projeto Autobahn

Uma viagem de volta aos anos 80. Além de rolar todas aquelas músicas bregas que a gente ama de paixão na pista, tem um Atari pra você jogar durante a noite.

Site: http://www.autobahn.com.br/

Yellow K

O atrativo aqui é o Karaokê. Se você tiver com um grupo de pessoas, é possível reservar salas. Mas faça com antecedência!

Site: http://yellowk.com.br/

Eu Tu Eles

Quando fomos lá, percebemos que parte da decoração tinha uns traços do estilo rústico de algumas casas em certas regiões do Brasil. Olhando a descrição no site: “O balcão faz uma releitura dos bares dos bairros de San Telmo, em Buenos Aires, enquanto uma parede de taipas na entrada e o piso de tábua larga trazem o ar rústico e brasileiro ao ambiente. O bar foi todo pensado para deixar os clientes mais à vontade, como se estivessem nas salas de suas casas.”

Achei genial esse bar e seus petiscos maravilhosos: vulcões de provolone (a massa do vulcão era polenta frita), bolinhos de vaca atolada, dadinhos de tapioca com blue cheese. Provamos um monte de porções e não tinha uma que fosse ruim. Esse vale a pena!

Site: http://www.eutuelesbar.com.br/

 

VEJA TAMBÉM:
CULINÁRIA BRASILEIRA EM SÃO PAULO
CULINÁRIA INTERNACIONAL EM SÃO PAULO

 

 

Lista 7 – Games Para a Vida Toda

Esse negócio de Lista 7 tá mais devagar que metrô do Rio de Janeiro aos domingos. Pessoalzinho lerdo, viu?

Bem, eu escolhi como tema desta semana – digo, digo: deste MÊS – os melhores 7 jogos eletrônicos.

Situação difícil para pessoas como por exemplo o Anselmo, que é um velhinho e acompanhou simplesmente a evolução dos consoles. Provavelmente ele já teve todos. Daí realmente fica difícil escolher apenas 7 jogos de tantos consoles, né? =P

Aqui está valendo jogos de minigame, videogame e de computador. Eu proibi o besta do Master de colocar Tamagotchi porque não se enquadra na categoria. Ele chorou um pouco, pois possui o Rex até hoje e neste momento deve estar verificando se ele está dormindo tranquilamente.

Eu sou muito bocoió, então muita gente não vai concordar com a minha lista, que terá apenas joguinhos marotos.

#7 – Moonwalker

Console: Mega Drive

Só porque ao passar de fase, era tão legal ver as dancinhas!

#6 – PES 2008 (Winning Eleven 2008)

Console: PS2

Porque jogo de futebol é legal, principalmente quando você faz gol naquele seu amigo que se acha.

#5 – Tony Hawk’s Underground 2

Console: PS2

Porque eu pago pau pras manobras!

#4 – Pac Man

Console: Atari 2600

Um clássico.

#3 – Super Mario World

Console: Super Nintendo

Porque eu era viciada mesmo.

#2 – Zelda: Ocarina of Time

Console: Nintendo 64

Porque este jogo é sensacional: a história, as fases, a trilha sonora… já joguei diversas vezes.

#1 – Top Gear

Console: Super Nintendo

Até hoje me pego jogando esse Top Gear. Deve ser porque é o único jogo de corrida que eu tenho coordenação motora pra jogar =)

Veja o post daquelas pacas albinas do Master, Sel e Ricz a fazer os posts deles. Aguardem atualizações.

Lista 7 – Gosto, Mas Tenho Vergonha

O Master escolheu este tema só para fazer máscaras caírem e todo mundo confessar alguns gostos que não revelariam nem numa mesa de boteco após tomar umas biritas.

Eu acredito que hoje não tenho vergonha de [quase] nada do que eu gosto, mesmo sendo brega ou tosco eu confesso que gosto sem nem ficar com as bochechas vermelhas. Mas tem aquelas coisas que eu gostei e que ainda hoje tenho vergonha de dizer que curtia, e outras que eu gosto e as pessoas sentem vergonha por mim. Minha lista será uma mistura de tudo isso.

#7 – Ney Matogrosso

Eu gosto muito de Secos e Molhados e Ney Matogrosso, não tenho vergonha disso. O problema é que todo mundo me olha com aquela cara de “oi?” quando eu falo que curto. Pra mim, ele é um artista completo.

#6 – Bezerra da Silva

Eu não posso dizer que gosto de Samba, mas gosto muito das músicas do Bezerra da Silva. Não tenho vergonha de dizer isso também, mas a maioria das pessoas tem na cabeça uma imagem de que eu sou ~roqueira~  e ficam espantadas. Alguns amigos que são “tr00s” demais fazem chacota da minha pessoa por causa disso.

Um vídeo de uma música que acho a letra genial:

#5 – Silvio Santos

Hoje eu não assisto ao programa dele, mas assistia muito e gostava dos jogos do tipo “1,2,3 pim”, as câmeras escondidas, as marchinhas e os trocadilhos dele. Ainda lembro dos programas como aquele de calouros (que esqueci o nome), do “Topa Tudo Por Dinheiro”, da “Porta da Esperança” e do “Show do Milhão”.

#4 – Warrant

Porque eu gosto de zoar quem curte Guns’n’Roses e Bon Jovi, mas escuto essa farofada aí:

(A incorporação do vídeo não deu certo, abram o link abaixo)

http://www.vh1brasil.com.br/musica/artistas/warrant/videos/uncle-toms-cabin-224298/

#3 – Place Vendome

O Place Vendome é praticamente a banda Pink Cream com o Michael Kiske no vocal (que ironia, já que o Pink Cream foi a primeira banda de Andi Derris, atual vocalista do Helloween). Eu tenho vergonha de dizer que curto Place Vendome porque todas as músicas são melindrosas, com letras comparáveis às de sertanojo universitário. Tenho consciência que eu só gosto de Place Vendome por causa do Michael Kiske. Se fosse outro cara qualquer eu diria que não gosto hehehe.

#2 – Músicas de Anime/Live Action

Eu sei cantar em japonês diversas músicas de anime e live action. Talvez tenha um pouco de vergonha disso.

#1 – Five

Aqui vai uma coisa que eu gostava num passado distante e hoje tenho vergonha de dizer que curtia.

Durante os anos 90, muitas “boy bands” fizeram sucesso. Eu não gostava da maioria, mas quando veio o “5ive” eu me amarrei. As letras não eram tão melindrosas, a melodia era mais animada e tinha sempre um “rap” no meio das músicas.

Ainda gosto de Five sim!

Aguardando os posts de vergonha alheia do Master, do Ricz e do Sel.

Lista 7 – Os Melhores Desenhos Animados

E para esta semana, aquela besta mitológica do Sel escolheu falar sobre um tema que eu amo: desenhos animados. Eu acredito que quando tiver 80 anos, ainda estarei rindo com desenhos.

O tema é fácil, difícil é escolher apenas 7 desenhos. Tive que deixar de fora alguns desenhos que eu gostava muito, todos Hanna-Barbera: Jetsons, Flinstones, Pepe Legal, Josie e as Gatinhas, Johnny Quest, Manda-Chuva, Scooby-Doo, etc. Com muito esforço, eu escolhi os meus preferidos:

#7 – Pink & Cérebro

Os planos mirabolantes de Cérebro para conquistar o mundo e as trapalhadas de Pink.

#6 – Os Impossíveis

O trio era uma banda de rock, mas quando alguém estava em perigo, eles se transformavam em Homem Mola, Homem Fluído e Multi-Homem.

#5 – Corrida Maluca

Carros engenhosos e muitas tentativas de trapaça pelo famoso Dick Vigarista, que sempre se atrapalhava e era motivo de chacota: seu cachorro Mutley só sabia rir de sua cara.

#4 – Looney Tunes

Pernalonga & Patolino, Piu Piu & Frajola, Papaléguas & Coiote, Frangolino, Gaguinho, Marvin, Ligeirinho e companhia me faziam chorar de rir.

#3 – Great Teacher Onizuka

Em uma escola de classe média, há uma sala de alunos problemáticos que não confiam em nenhum professor. Eles fazem de tudo para que os professores desistam de dar aulas. Só Onizuka Sensei, um jovem professor (não muito inteligente) e ex-líder de uma gangue de motoqueiros para colocar ordem na escola e mudar a vida dos alunos.

É o Anime (desenho japonês) que mais gosto por ser engraçado e inteligente.

#2 – Tom & Jerry

Dispensa comentários.

#1 – Pica-Pau

Debochado, irônico e malvado, o Pica-Pau só apronta. É o pior pesadelo do Zeca Urubu, do Leôncio e da Minnie Ranheta. Simplesmente sensacional, não consigo deixar de assistir.